Transparência do código da carteira
Código.
Compilações. Verificação.
Como o código da carteira é organizado, em quais projetos se baseia e o que será publicado.
O que deve ser público
O usuário deve ver a origem e o conteúdo da versão. O desenvolvedor deve saber repetir a compilação e relatar problemas.
Código com versões exatas
Instruções e licenças claras
Verificação com limites declarados
quinvarium-wallet/ ├── README.md ├── SECURITY.md ├── LICENSE + THIRD_PARTY_NOTICES.md ├── CHANGELOG.md ├── core/ Rust · transaction & key authority ├── apps/flutter/ Dart presentation only ├── bridge/ generated asynchronous Rust bridge ├── platform/ native OS adapters ├── docs/ │ ├── start/ │ ├── wallet/ │ ├── security/ │ ├── architecture/ │ └── releases/ ├── tests/ vectors · lifecycle · devices ├── evidence/ versioned public summaries └── .github/ issues · checks · release policy
O kit está montado localmente
Contém documentos, esquema de evidências, checklist de lançamento, modelo de bugs e estrutura sugerida do repositório. Não é o código do app móvel nem um novo repositório público.
Origem e licenças
A referência atual da carteira pública é Gem 2.114.11. A lógica crítica QNV permanece em Rust. Recursos Onebitx e derivados exigem revisão de direitos de publicação. Licença do software e licença do kit UI comprado são bases distintas.
Segredos não fazem parte do código aberto
Seeds, chaves, bancos da carteira, credenciais e dados de usuários ficam excluídos. Código e evidências passam por revisão separada antes de sair do ambiente local.
Limites dos dados